Quando nós éramos jovens, eu lembro de uma nuvem ter pousado sobre nossas cabeças. Mas de alguma forma, eu não consigo imaginar o resto; foi até ali a nossa felicidade? Oh, meu bem, eu não preciso de você. Não. Eu não preciso de você. Quando fecho os olhos, a parte boa é sugada de mim, e eu não sei onde você esconde tanta perversidade.
Eu não sei onde você tortura a verdade. Mas nós entendemos que ela continua lá.
Estou na beira do meu caminho traçado – não quero voltar. A velhice rouba o entusiasmo, rasga as roupas, empobrece o olfato... eu queria ser um pássaro, mesmo assim, ainda haveria dor. Oh, meu bem, por que eu não preciso de você pra isso. Não. Eu não preciso de você. Sempre que eu fecho meu coração, algo é sugado de mim, e por mais que eu procure, não imagino onde se esconde tanta perversidade.
Eu não sei onde você tortura a verdade. Mas todos nós entendemos que ela continua lá.
A sua mão é covardia e preguiça, eu me lembro daqueles dias claros. Cor, sabor e calor... De alguma forma, eu não consigo imaginar o resto; por que a felicidade foi uma palavra que inventamos para nos sedar. Mas meu bem, eu não preciso de você. Não agora. Eu só não preciso de você. Quando eu fecho as portas, isso range lá fora, é quando algo é roubado de mim. E eu não sei onde você esconde tanta maldade.
Eu continuo sem saber onde você tortura a verdade, mesmo entendendo que ela continua lá.
Por que a sua vida é um sopro.
A sua vida é desalento.
Ela é maldade.
É final.
